Beijo, beijo e beijos. Por que gostamos tanto de beijar?
Um hábito bizarro. Um prazer irresistível. De onde vem esse costume exclusivamente humano de encontro lábios, roçar as línguas e trocar salivas com outra pessoa?
O que essa língua está fazendo na minha boca? E agora, o que eu devo fazer com a minha? O primeiro beijo causa dúvidas e desencontros. Os sentimentos passam longe do romantismo e vão do susto ao desconforto, da esquisitice ao arrependimento. Para a maioria de nós, a sensação única dessa carícia acaba tornando a insistência quase obrigatória. Depois de algum treino, o susto se torna frio na barriga, o desconforto prazer, a esquisitice estímulo sexual e o arrependimento uma inquietação à espera do bis. Mas, se essa enxurrada de sensações ilustra o primeiro beijo de quase todos nós, quais teriam sido as motivações do primeiro beijo de nossos ancestrais? Ou seja: como chegamos à invenção desse hábito bizarro? (Ainda mais numa época sem escovas de dentes nem fio dental.)
Se o primeiro beijo foi dado na pré-história, ninguém sabe, ninguém viu (ou, pelo menos, ninguém registrou). Não há desenhos em cavernas, artesanatos ou pinturas em tecidos que indiquem o costume de encostar os lábios entre nossos ancestrais. Nem a civilização egípcia, prodigiosa em suas expressões artísticas e provas documentais, que retratou em pinturas e esculturas seus hábitos de caça, alimentação e até suas relações sexuais, deixou qualquer traço que pudesse sugerir um beijo.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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