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sexta-feira, 16 de abril de 2010

NOTAS SOLTAS DA NET


O “verdadeiro” Sherlock Holmes não era um sabe-tudo pernóstico e empertigado. Tinha vícios, manias e obsessões. É hora de uma nova versão do maior dos detetives – simultaneamente mais fiel ao original e mais contemporâneo. Um bad boy como Robert Downey Jr. Quem assistiu às versões cinematográficas mais populares de Sherlock Holmes, jamais imaginaria que nos livros ele era um cheirador contumaz; um briguento, frequentador das maiores bocas de Londres; um ignorante irreprimível, que desprezava arte, política e toda ciência que não auxiliasse sua investigação.
O autor
No começo, Arthur Conan Doyle, que ainda não era sir, fixou residência em Southsea (Porthsmouth - Inglaterra) depois de sair da faculdade de medicina. O negócio da medicina não ia lá muito bem. Dessa maneira, Arthur começou a escrever histórias enquanto esperava os pacientes, e assim acabou criando Sherlock Holmes.
O investigador mais famoso do mundo foi inspirado em um professor de diagnóstico que Arthur tivera na Universidade de Edimburgo, Joseph Bell, cujo talento em observação e dedução impressionou o jovem doutor. Bell não chegava a conclusões apenas dentro do campo médico, mas, também formulava hipóteses (em sua maioria corretas) a respeito do caráter e comportamento de seus pacientes.

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