Uma elegante cartola, um terno bem alinhado, uma gravata, um cigarro no canto da boca e uma expressão desconcertante e charmosa. Não, não me refiro a nenhum senhor garboso dos cinemas, muito menos a Diane Keaton. Refiro-me a uma diva - outra, para não ser injusta com Keaton. Refiro-me a Marlene Dietrich, um dos maiores ícones da história do cinema .
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